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T Ó P I C O : Preço ‘amargo’ da bebida reduz movimento em cafeterias de PG

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Preço ‘amargo’ da bebida reduz movimento em cafeterias de PG


Autor: Leonardo Assad Aoun

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Último comentário neste tópico em: 17/02/2025 15:25:19


Leonardo Assad Aoun comentou em: 17/02/2025 15:30

 

Preço ‘amargo’ da bebida reduz movimento em cafeterias de PG

 

Com base em dados de janeiro, o café também foi o produto que apresentou maior elevação de preço na Cesta Básica

Por Cícero Goytacaz/DCMais

Foto: Reprodução/Freepik

O aumento no preço do café neste início de 2025 refletiu em cafeterias de Ponta Grossa. O Diário dos Campos apurou que o movimento de consumidores caiu em alguns estabelecimentos do ramo.

Movimento em cafeterias de Ponta Grossa

Em uma tradicional cafeteria no Centro de Ponta Grossa, o movimento caiu nesse início de ano, conforme apurado pelo DC. Além dos consumidores, o aumento do preço do café impactou a administração da cafeteria, na compra do produto, conforme informado pelo estabelecimento.

Em outra cafeteria muito popular, além do aumento dos preços, a queda do movimento também foi atribuída à época do ano, mais quente. Contudo, não deixa de refletir o momento atual da alta no café.

De acordo com dados divulgados pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, o preço do café no mercado paranaense aumentou 50% em 2024. O quilo do café saltou de R$ 13,59 para R$ 20,33, de 2023 para o ano seguinte. O aumento beneficia os produtores, que passam a receber mais, compensando prejuízos que vinham acumulando nos últimos ciclos.

Café na Cesta Básica

Em janeiro, o custo médio da Cesta Básica de Ponta Grossa aumentou 0,68%. O café foi o item que mais subiu de preço, com aumento de 11,49% em seu valor. A compra dos 33 produtos que compõe a Cesta passou a custar R$ 936,39 na primeira semana de fevereiro. O valor equivale a 61,69% do salário mínimo (R$ 1.518,00).

Explicação e projeção para o preço do café

“Em primeiro lugar é importante destacar que o café é uma commodities. Toda a commodities que é exportada, o preço praticado no Brasil, que é o maior produtor e exportador mundial dessa commodities, é a cotação internacional do produto, multiplicado pela taxa de câmbio”, analisa o especialista Eugenio Stefanelo, ex-secretário de Agricultura do Paraná.

A taxa de câmbio aumentou significativamente em função das incertezas na condução da política fiscal do governo, principalmente, considerando também as incertezas do mercado internacional, que chegou ao maior patamar de todos os tempos: R$ 6,29 por dólar. “Para este ano, não tem jeito, a cotação do café permanecerá em nível elevado. Claro que poderá aumentar ou reduzir levemente o preço, dependendo do andamento das cotações internacionais e da taxa de câmbio, mas nós não veremos neste ano reduções mais significativas do preço do café”, projeta o especialista.

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