T Ó P I C O : Espirito Santo: cultivo de café criou mais de 60% das vagas de emprego no estado
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Espirito Santo: cultivo de café criou mais de 60% das vagas de emprego no estado
Autor: Leonardo Assad Aoun
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Último comentário neste tópico em: 21/07/2025 18:00:11
Leonardo Assad Aoun comentou em: 21/07/2025 18:22
Espirito Santo: cultivo de café criou mais de 60% das vagas de emprego no estado
Por Vitória Silva/Sudeste Agora

A colheita do café voltou a mostrar sua força no mercado de trabalho capixaba. Em maio de 2025, a atividade gerou 4.477 empregos com carteira assinada, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), analisados pelo Connect Fecomércio-ES. O número representa mais de 60% das vagas criadas no estado no mês e consolida a cafeicultura como um dos principais motores da economia rural do Espírito Santo.
O bom desempenho não é isolado: o estado é o segundo maior produtor de café do Brasil, com destaque para as variedades arábica e conilon, e mantém uma cadeia produtiva que movimenta desde o plantio até a exportação, passando por beneficiamento e logística. A demanda por mão de obra aumenta significativamente durante o período da colheita, que costuma ocorrer entre abril e agosto.
Com o avanço da formalização no campo, cada vez mais trabalhadores rurais estão sendo contratados com carteira assinada, o que reduz a informalidade, melhora a segurança trabalhista e fortalece a economia local. Municípios do norte e noroeste capixaba, como Sooretama, Jaguaré, Aracruz e Nova Venécia, concentram a maior parte das vagas geradas pelo setor.
Especialistas destacam que a cafeicultura não só emprega diretamente milhares de trabalhadores, como também movimenta setores ligados ao transporte, comércio e serviços, criando uma cadeia de impactos positivos.
Apesar do caráter sazonal das contratações, o café segue sendo uma base sólida de geração de emprego no interior capixaba, especialmente em um cenário de baixa taxa de desemprego. O desafio, segundo analistas, é criar políticas públicas e incentivos para manter parte dessa mão de obra ativa nos meses de entressafra, aproveitando a qualificação adquirida durante a colheita.
Fonte: Noroeste Informa
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