T Ó P I C O : Documentário resgata origens da cafeicultura em Machado e destaca o café como patrimônio cultural brasileiro
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Documentário resgata origens da cafeicultura em Machado e destaca o café como patrimônio cultural brasileiro
Autor: Leonardo Assad Aoun
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Último comentário neste tópico em: 01/06/2026 15:01:36
Leonardo Assad Aoun comentou em: 01/06/2026 15:16
Documentário resgata origens da cafeicultura em Machado e destaca o café como patrimônio cultural brasileiro
Obra está disponível gratuitamente no Youtube e evidencia como o café estruturou a economia, transformou o território e moldou a vida social, econômica e cultural ao longo de mais de 150 anos.
Por g1 Sul de Minas
Uma parte importante da história da cafeicultura sul-mineira foi registrada no documentário “CAFÉ: Patrimônio do Brasil - O início da cafeicultura em Machado(MG)”.
A produção, que está disponível no Youtube, aborda a formação da cafeicultura no município a partir da segunda metade do século XIX e evidencia como o café estruturou a sua economia, transformou o território e moldou a vida social, econômica e cultural ao longo de mais de 150 anos.
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Cafeicultura de Machado (MG) é tema de documentário — Foto: Adriano Machado/Reuters
Por meio de memórias, registros históricos, depoimentos e paisagens, o filme apresenta a consolidação das fazendas cafeeiras e a construção de sedes arquitetônicas expressivas, revelando os processos históricos que contribuíram para a formação da identidade de Machado.
O documentário também aborda a origem do café no mundo, sua chegada ao Brasil, a expansão da cafeicultura no século XIX, os impactos sociais do período escravista e as transformações ocorridas após a abolição.
De acordo com Platinny Paiva, fundador da AME Cultura e diretor, produtor e roteirista do documentário, a obra nasce da necessidade de preservar e compartilhar a história que ajudou a construir a identidade do município.
“Mais do que contar sobre a produção de café, o filme busca mostrar como a cafeicultura moldou o território, as relações sociais, a arquitetura, a cultura e a memória coletiva de Machado. É uma forma de valorizar nossa história e reconhecer o café como parte essencial da identidade do Sul de Minas.”
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