Rede Social do Café

T Ó P I C O : A seca e a cafeicultura: o que a fisiologia vegetal tem a explicar - por José Donizeti Alves

Informações da Comunidade

Criado em: 28/06/2006

Tipo: Tema

Membros: 5251

Visitas: 28.742.541

Mediador: Sergio Parreiras Pereira

                        

Adicionar ao Google Reader Adicionar ao Yahoo Reader Adicionar aos Favoritos BlogBlogs


Comentários do Tópico

A seca e a cafeicultura: o que a fisiologia vegetal tem a explicar - por José Donizeti Alves


Autor: Sergio Parreiras Pereira

9.260 visitas

15 comentários

Último comentário neste tópico em: 16/08/2014 10:45:43


rafael amaral comentou em: 28/02/2014 10:54

 

parabens

 

otimo artigo

Visualizar | |   Comentar     |  


Reinaldo Bortone comentou em: 28/02/2014 13:20

 

EU TORÇO PARA QUE A SECA VENHA MESMO E A PREVISÃO DE CATÁSTROFE SE CONFIRME

 

Na região de Perdões e adjacências, não é verdade que esta sem chover a 60 dias. tenho visto muitas lavouras a produção  esta normal, grãos normais, não sei qual lavoura dizem estar sofrendo as consequências de uma seca, pode estar havendo é problemas de outras ordens, aqui na região eu quero visitar uma lavoura que esteja perecendo a sua produção com a dita seca que ainda no meu estúpido modo de ver, não ocorreu para a lavoura de café, e sim para culturas anuais....fica aí minha visão da seca para discussão.

Visualizar | |   Comentar     |  


Eder C. Sandy comentou em: 03/03/2014 13:07

 

Artigo Prof. Dr. Donizete !

 

Parabéns Prof. por suas colocações e ajuda no entendimento do que pode vir a acontecer em nossa cafeicultura, estes dados que pelo informado estão sendo compildaos para tese de mestrado terão grande importancia para nós, pois será uma nova fonte de informação diante desta situação que aconteceu/acontece.

 

Visualizar | |   Comentar     |  


guy carvalho comentou em: 04/03/2014 11:41

 

Clima inicio de 2014

 

Prezados colegas da rede.

Prof. Donizete como sempre claro e objetivo.

Professores Furtini e Casalle apontam a importância da construção de fertilidade como um dos caminhos para minimizar efeitos em eventos históricos como este, que certamente será lembrado como um dos piores desastres climáticos para a cultura no Brasil.

Estamos vivenciando no campo problemas diversos como escaldaduras folhas, ramos e grãos, frutos miúdos, chochamento, coração negro, etc.

Não da para afirmar corretamente o nível de perdas para esta safra mesmo nas fazendas que acompanhamos de perto, levaremos esta dúvida até a colheita.

Em minha opinião, na questão da falta de água, as perdas retratarão principalmente o manejo da fertilidade do solo, o nível das reservas de nutrientes, da profundidade do sistema radicular das plantas etc. Isso já esta claro nas lavouras de primeira safra.

Nem mesmo as lavouras irrigadas estão livres de perdas, neste caso o manejo da irrigação e da fertilidade também poderão expor suas falhas e limites.

Por experiências vividas em outras regiões para essa safra me preocupo com: frutos miúdos, chochos, mal formados, baixo índice de mucilagem, perda peso e consequente quantidade e qualidade. Mais litros de café da roça para fazer uma saca, maior incidência de pragas como bicho mineiro e broca e doenças como a cercóspore, aumentando com isso o custo de produção.

Para próximo ano, baixo crescimento de ramos, formação de gemas, desgaste de plantas e até mesmo exaustão de algumas após a safra, tudo isso independente de receber ou não insumos a essa altura.

O contrato C NY há 52 semanas estava a U$101 a saca, hoje esta praticamente o dobro, o que quer dizer que o clima gera perdas na produção, porem oportunidade de ganhos financeiros para muitos. Demonstra as falhas do pacote tecnológico, porém oportunidade de rever conceitos e de promover adequações, de incrementar novas tecnologias, insumos e manejos.

Visualizar | |   Comentar     |  


Marco Antonio Jacob comentou em: 12/08/2014 22:20

 

Prof. Donizeti , consequencias futuras a partir deste momento.

 

Excelente postagem do Prof. Donizeti , vale a pena ler de novo.

Prof.Donizeti , esta estiagem que estamos passando , que é natural  para a época do ano , porém tivemos os agravantes do primeiro trimestre.

 Os institutos metereologicos não indicam chuvas até dia 23 de agosto , as chuvas poderão ou não vir após esta data  , dependemos da vontade de  São Pedro.

Depois de tantas interperies climaticas nestes 7,5 meses de 2014 , o que o senhor pode nos dizer sobre o atual panorama para a proxima safra , como vai ser o comportamento das floradas , o seu pegamento , a produção esperada etc  .

A participação  de  outros membros da RSC  é benvinda  também .

 

Visualizar | |   Comentar     |  



12