T Ó P I C O : Jacto inaugura novo nível tecnológico em colhedoras de café com a K 3000
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Jacto inaugura novo nível tecnológico em colhedoras de café com a K 3000
Autor: Leonardo Assad Aoun
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Último comentário neste tópico em: 20/01/2025 12:19:18
Leonardo Assad Aoun comentou em: 20/01/2025 12:03
Jacto inaugura novo nível tecnológico em colhedoras de café com a K 3000
Lançamento traz sistemas de nivelamento e alinhamento automáticos para eficiência de derriça de até 97%

A Jacto inaugura em 2025 um novo nível tecnológico em colhedoras de café como marco pelos 45 anos desde que lançou a primeira máquina para este tipo de atividade no mundo.
Pioneira, a fabricante brasileira segue à frente após mais de quatro décadas com a nova K 3000, já disponível no mercado brasileiro.
A colhedora traz novos recursos de nivelamento, alinhamento e telemetria que, em conjunto, trazem vantagens operacionais e ganhos de produtividade.
Entre elas, estão eficiência, agilidade, precisão e redução de perdas, além de possibilitar até mesmo a operação em áreas de relevo mais íngreme.
“A nova K 3000 consolida saltos tecnológicos importantes para responder os desafios reais dos produtores de café, justamente pelo profundo conhecimento que a Jacto detém neste tipo de equipamento”, resume Paulo Henrique Bueno, gerente de Produto de Colheita de Café da Jacto.

Por exemplo, a K 3000 tem capacidade de correção da inclinação lateral em até 30% e pesa apenas 7,8 mil quilos com largura total de 3,20 metros.
Além disso, a nova colhedora alcança velocidade de colheita de até 2,5 km/h com transportadores para um fluxo de mais de 14 mil litros de grãos de café por hora.
O sistema da K 3000 possui ainda quatro câmeras (recolhedor, direita, traseira e duto de descarga), além de ser equipado com um moderno joystick, monitor de câmeras, display touchscreen e reservatório de 2 mil litros.
Todo este conjunto garante uma eficiência de derriça de até 97%.
Nivelamento automático
No caso do nivelamento, o sistema automático da K3000 aciona automaticamente os cilindros mecânicos que nivelam o equipamento em relação à planta sem a necessidade de intervenção do operador.
O sistema acompanha as inclinações do tereno e mantém a colhedora sempre nivelada com o sentido de crescimento da planta. Isso evita que os derribadores se choquem com a ramas e danifiquem os cafezais, o que pode afetar a produtividade de safras seguintes.
"Além de evitar danos às plantas, o sistema faz com que o operador não precise focar na operação de nivelamento, podendo direcionar a atenção para demais regulagens do equipamento melhorando assim a qualidade da colheita”, explica Paulo.

Segundo ele, o nivelamento automático também torna a operação mais confortável para o operador para que ele, inclusive, possa operar por mais horas e aproveitar melhor as janelas de operação, além de incrementar a produtividade.
Alinhamento inteligente
Já quanto ao alinhamento, o sistema automático possui sensores que realizam a leitura da direção troncos das plantas de café, com redução importante na queda de café no solo.
"Quanto melhor a colhedora acompanhar o alinhamento das plantas, menor o movimento das lâminas que tem a função de direcionar os grãos derriçados para os transportadores. Menor movimento das lâminas diminui os espaços livres dentro do sistema, impedindo que haja perdas de café para o solo”, detalha.
O índice de perdas próximo a zero também se deve ao novo conjunto de recolhedor da K 3000, que tem altura mínima do solo de 210 mm, além de lâminas com novo formato e em maior quantidade.
Do mesmo modo que o sistema de nivelamento, o alinhamento inteligente traz mais conforto e eficiência ao operador pois permite que ele possa focar a atenção nas demais regulagens ao invés manter a atenção no volante da colhedora.
Melhoria contínua
Por sua vez, a telemetria integrada à colhedora K 3000 permite um maior controle da operação, registrando motivo de paradas, deslocamentos, medição de velocidade e de rotação das varetas.
Segundo Paulo, tais informações possibilitam entender principais motivos de paradas, atuar para evitá-las e aumentar a produtividade do maquinário.
“Além disso, a telemetria gera diagnósticos para corrigir parâmetros futuros de colheita, caso se detecte danos às plantas após a colheita ou oportunidades de melhoria de toda a operação”, finaliza.
Fonte: Agrofy
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