T Ó P I C O : Safra maior deve reduzir pressão sobre preço do café no fim do ano, avalia Fazenda
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Safra maior deve reduzir pressão sobre preço do café no fim do ano, avalia Fazenda
Autor: Leonardo Assad Aoun
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Último comentário neste tópico em: 18/02/2026 15:04:50
Leonardo Assad Aoun comentou em: 18/02/2026 15:28
Safra maior deve reduzir pressão sobre preço do café no fim do ano, avalia Fazenda
Fazenda avalia que aumento da oferta no Brasil e em grandes produtores pode reduzir preços ao consumidor de forma gradual ao longo de 2026
Por BP Money

O preço do café pode dar trégua ao consumidor brasileiro a partir do segundo semestre, com reflexos mais claros ao longo de 2026. A avaliação é da Secretaria de Política Econômica, vinculada ao Ministério da Fazenda, que vê um cenário mais favorável com a combinação de safra recorde no Brasil e aumento da produção em outros países produtores.
Segundo a área econômica, a maior oferta do grão tende a pressionar os preços no atacado para baixo. Além disso, a expectativa de um câmbio mais estável ajuda a reduzir custos ao longo da cadeia, o que pode contribuir para a desaceleração da inflação do café nos próximos meses.
Oferta global cresce, mas queda no varejo será gradual
O movimento não se limita ao mercado brasileiro. Países como Vietnã, Indonésia e Colômbia também devem registrar colheitas robustas. Como resultado, o aumento simultâneo da produção global pode aliviar as cotações internacionais, hoje sustentadas por estoques historicamente reduzidos.
No mercado interno, o impacto deve ganhar força na segunda metade do ano, período em que a colheita se intensifica. Ainda assim, a Fazenda destaca que o repasse ao consumidor ocorre de forma gradual, à medida que o café passa pelas diferentes etapas da cadeia produtiva. O ritmo dessa transmissão depende, principalmente, do comportamento do câmbio e do volume exportado.
Com a oferta mais ampla no Brasil e no exterior, o órgão não descarta, inclusive, a possibilidade de queda real nos preços do café em 2026, caso o cenário favorável se mantenha.
O setor produtivo também adota um tom mais otimista. Para a Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), a perspectiva de uma safra melhor e de condições climáticas mais estáveis tende a trazer maior previsibilidade ao mercado, após dois anos marcados por dificuldades na produção e estoques baixos.
Ainda assim, a entidade ressalta que ajustes pontuais seguem ocorrendo. Entre novembro e dezembro de 2025, por exemplo, o preço médio do quilo dos cafés Tradicional e Extraforte caiu R$ 4,58, reflexo direto da redução no custo da matéria-prima naquele período.
Com informações CNN Agro
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