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T Ó P I C O : perda 15 milhões de sacas de café devido a anomalia climática.

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Comentários do Tópico

perda 15 milhões de sacas de café devido a anomalia climática.


Autor: Marco Antonio Jacob

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19 comentários

Último comentário neste tópico em: 24/03/2014 23:35:44


Marco Antonio Jacob comentou em: 09/02/2014 11:34

 

Perda 18 milhões de sacas de café devido a anomalia climática.

 

 

Atualizando meus comentários postados em 29/01 último , (http://www.redepeabirus.com.br/redes/form/post?topico_id=50228),                                     e sendo realista, fazendo alguns estudos, que exponho abaixo :

Analisando in loco, cafeeiros adultos e novos na minha região, Baixa Mogiana :

Minha conclusão de analise:

Condição de vegetação: as ramas de café vegetarão apenas uns 15 cm , quando deveriam ter vegetado uns 30 cm.

Folhas: muitas folhas apresentavam forte escaldadura, isto no terço médio da planta, o pé inteiro tinha coloração opaca, desidratadas, com uma coloração verde clara querendo amarelar. No terço superior, as folhas já se encontravam bastante murchas, quase enrolando.

Frutos: em geral pequenos, apresentavam uma coloração verde opaca, desidratados, alguns amarelando não por amadurecimento, mas por fadiga.

Interior dos frutos: cortados ao meio, davam impressão de serem pouco suculentos, os pergaminhos apresentam uma cor amarelada puxada para âmbar, muitos apresentam descolamento das sementes, e já se encontram em estado de rigidez, como me ensinou, descreveu e alertou-me o Mestre Rena:

“Caso o fenômeno se dê durante a fase de expansão do fruto, o pergaminho endurece muito rapidamente, limitando drasticamente o seu tamanho, mesmo que chova bem, depois -- a pressão de turgescência no interior do fruto causada pela hidratação pode não sobrepujar a resistência oferecida pelo pergaminho.”
See more at:

 Lavouras Novas: 2 e 3 anos, todas em ponto de murcha total , com grande incidência de folhas com escaldadura, e com baixíssimo crescimento vegetativo, a impressão que se têm que pararam no tempo. 

Esqueletamentos : com baixíssimo crescimento vegetativo.

Pesei 100 grãos de todas as peneiras, e, fiz uma relação entre o peso da peneira x peso da peneira imediatamente superior , exemplo peneira 17 x peneira 18 , peneira 13 x peneira 14 .

 

peneira

   

Diferença % em

grãos

screen

 

gramas

Relação a peneira superior

         
         

100

18

 

16,8

 
         

100

17

 

14,8

-11,905%

         

100

16

 

13,3

-10,135%

         

100

15

 

10,94

-17,744%

         

100

14

 

9,78

-10,603%

         

100

13

 

9,36

-4,294%

Vejam, que a simples perda de uma peneira é superior a 10%, alguém poderia explicar porque os café da Araraquarense e Paulista eram miúdos, sem a presença de 17/18 ?

 

Em relatório de 07/02/2014 recebido de WLC localizada em Franca – SP na Alta Mogiana  eles relatam :

“   Opinião Técnica sobre os frutos : A consequência direta do stress hídrico , já inicia o aparecimento de morte de alguns frutos em formação ( coração negro – Foto 9 ) e também o inicio do descolamento ( Foto 10 ) dos pergaminhos entre a casca e a semente. Este processo , em virtude da intensidade de seu desenvolvimento “ pode vir a ser irreversível” nestes frutos ( com problemas) , dependendo do quão longo será a estiagem daqui para frente.

Eder Sandy – Engenheiro Agrônomo – Formado na UFLA / Consultor de mais de 3.000 hectares de café na região da Alta Mogiana

Resumo : Estatisticamente , a cada 100% de grãos colhidos para o teste , entre lavouras novas e velhas na região , chegamos ao seguinte resultado .

Grãos com problema de má formação ( coração negro) com possível dano irreversível:  3 a 5%

Grãos com problemas de enchimento e descolamento entre o fruto e a casca :  3 a 5%

Grãos que podem vir a ter problemas pela falta de chuva nos próximos dias pela fase inicial de descolamento entre o fruto e a casca:  5%  

Assim sendo concluo:

Na produção de café arábico , que ao meu ver tinha um potencial de 37 milhões de sacas para esta safra (2014) , sendo que aproximadamente 5 milhões de sacas da produção é advindo de café irrigados ,  restam 32 milhões de sacas que são cafés de sequeiros , considerando uma perda de  25% nesta parcela oriunda de sequeiro , devido ao calor e seca , temos uma perda de 8 milhões de sacas , considerar que até o cafeeiro irrigado teremos  perdas , pois a evapotranspiração é maior que a reposição de agua via irrigação.

Se considerarmos que para a próxima safra de 2015 , temos também um redução grande no crescimento vegetativo das ramas, que no momento vegetarão apenas 50 % nos cafés adultos ,e , nos cafés novos (2 e 4 anos ) o crescimento vegetativo está próximo de zero ,e ,nos cafés esqueletados  um pífio crescimento vegetativo , sendo realista , estimo que na próxima safra teremos uma perda de  35% no potencial produtivo , se considerarmos o mesmo potencial produtivo que esta safra ( não seria , pois seria um ano de bienalidade off) , a perda atinge 10 milhões de sacas.

Dado ao exposto acima , devido a esta extrema seca e fortíssimo calor , concluo que já perdemos 18 milhões de sacas de café arábicos , na bienalidade de 2014 e 2015 .

Meu raciocínio pode parecer extremamente pessimista, pois além da extrema seca e fortíssimo calor , os produtores foram impossibilitados de fazer a adubação de janeiro e fevereiro , e , com este calor , improprio são as pulverizações , então os tratos culturais estão muito deficitários também.

Mas agora, os gênios gringos e os shorts , irão dizer que café não precisa nem de agua e tampouco de adubo, muito menos de tratos culturais.

Então , nossa bolsa de apostas está lançada, convido os participantes da RSC a comentarem os efeitos desta anomalia climatica na produção de 2014 e de 2015.

                    CHUVAS ATÉ MARÇO ESTÃO MUITO ABAIXO DA MÉDIA

                      SEM AGUA NÃO HA FOTOSSINTESE

 

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Arnaldo Reis Caldeira Júnior comentou em: 09/02/2014 18:20

 

Desgraça não anda desacompanhada ..............

 

A perspectiva de chuvas para MARÇO DE 2014 É DE CHEGAR SOMENTE A 75% AQUEM DA MÉDIA HISTÓRICA PARA O MÊS DE MARÇO NO CINTURÃO CAFEEIRO.

INFELIZMENTE.

 

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Arthur Hagge comentou em: 10/02/2014 06:25

 

é avalassador este calor com estiagem

 

Tenho uma propriedade na região Varginha , e , perdi o sono com o que ví lá este fim de semana.

Os cafeeiros de 3 anos , estão secando , frutos pequenos e ressecando e não têm crecimentos dos ramos plagiotrópicos , estão estacionados , não sei se dará alguma safra em 2015/16

As lavouras mais velhas (adultas) , tambem estão murchando , frutos pequenos , ressecados , e crescimento das ramas muito pequenos.

Os cafés esqueletados não estão vegetando , também estão estacionados , acho que será do 2 anos de safra zero , num valerá a pena passar a colhetadeira.

A quebra de produção que imagino , não compensará pela alta do café ,mesmo a R$350,00 ,será mais prejuizo na certa.

Pobre dos cafeicultores brasileiros , é uma catastrofe , o saldo que tenho desta safra não venderei tão cedo , o melhor investimento é café , vendo gado , vendo imóveis , mas não venderei café a preço de banana.

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Marco Antonio Jacob comentou em: 11/02/2014 22:39

 

Seca prolongada pode causar perdas maiores que o esperado para o café

 

http://www.youtube.com/watch?v=O0YcxCrGOQ8#t=19

Perdas nas safras 2014 e 2015 poderão ser maiores que o esperado, já que é a primeira vez que se registra uma seca tão forte nos meses de janeiro e fevereiro. Algumas lavouras mais novas estão com grãos vazios e podem ter perda total.

Ainda não se sabe qual será a resposta da safra de café 2015, após o grande estresse climático provocado pela seca em janeiro e fevereiro. Segundo Lúcio Dias, superintendente de mercado interno da Cooxupé, em Guaxupé-MG, esta crise climática é inédita neste período do ano e ainda não existem pesquisas sobre a reação das plantas nestas condições. “Esta seca é inusitada, nós nunca tivemos seca em janeiro e fevereiro como estamos tendo agora. Não temos experiência alguma do que pode acontecer com a planta e quais são as consequências disso para a safra atual e a safra futura”. 

Dias afirma que a situação é preocupante e o produtor precisa se preparar e garantir que terá alguma produção antes de firmar contratos. “Precisamos alertar aos produtores que as consequências podem ser piores do que estão avaliando. Estamos vendo muitos grãos vazios, muitos grãos chochos e essa seca pode ser continuada, porque ainda não temos uma previsão boa de chuva”.  

Muitas lavouras novas, de 2 a 4 anos de idade, estão tendo perda total de produção em Minas Gerais. “As lavouras mais velhas ainda estão aguentando firme, mas as menores estão sofrendo muito. Os grãos parecem plástico-bolha, pois só tem ar dentro”. 

Para a safra de 2015, que terá a florescência entre setembro e outubro, o problema é sério. Dias explica que o crescimento foi muito baixo, pois era necessário ter chovido para começar a desenvolver o sistema de floração.  “A gente ainda não sabe qual será a reação desta planta sob um estresse hídrico tão forte”. 

Fonte: Notícias Agrícolas

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Marco Antonio Jacob comentou em: 12/02/2014 01:01

 

Perguntas ao mestre Rena

 

Prof. Rena , 

serão duas perguntas ?

na entrevista de Lucio Dias ( superintendente da COOXUPÉ) , ele se manifestou preocupado que este forte calor e forte desidratação nos cafeeiros possa alterar em alguma coisa as gemas do café que irão florar em setembro/outubro.

1 ) O que o senhor , especialista em fisiologia pode nos ensinar a este respeito ? 

Ele também reportou que vegetarão apenas 5 pares de folhas nas ramas , quando na normalidade são 13/15 pares.

2 )Supondo que retornem as chuvas regulares a partir do dia 20/02 , quanto mais pares podem  vegetar na rama do cafeeiro e até quando ?

2a )    (o cafeeiro ,estressado como se encontra , terá necessidade primeiro de se recompor para só então começar a vegetar ?? )

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Marco Antonio Jacob comentou em: 13/02/2014 00:14

 

Quebrar também o conilon não estava no meu cenário.

 

Seca também afeta cafeicultura no Espírito Santo

 Valor Carine Ferreira

Além de Minas Gerais e São Paulo, a seca está afetando os cafezais do Espírito Santo, o segundo maior produtor nacional de café e o maior produtor nacional da espécie robusta (conilon).

A produção no Estado, que no ano passado também foi prejudicada pela seca, enfrentou chuvas pesadas em dezembro e há cerca de 40 dias não chove nas regiões produtoras, diz Evair Vieira de Melo, diretor-presidente do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper).

De acordo com Melo, as cooperativas e sindicatos do Estado estão estimando perdas em torno de 20% na safra estadual sobre os 12 milhões a 12,5 milhões de sacas (arábica e conilon) projetados inicialmente, volume semelhante à da colheita de 2012/13.

Na temporada 2013/14, colhida no ano passado, o Estado produziu 11,7 milhões de sacas, com a produção prejudicada pela estiagem, de acordo com o presidente do Incaper.

No caso do café conilon, que está em fase mais avançada de granação (desenvolvimento dos frutos), a seca deixa os grãos mais leves e alguns “ocos”, sem o enchimento do grão. No café arábica, a situação é ainda mais alarmante, conforme Melo, pois o grão terá crescimento menor e também poderá ficar oco .

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Marco Antonio Jacob comentou em: 13/02/2014 10:59

 

Resposta de meus questionamentos ao Prof. Rena

 

Prezados Colegas da RSC , 

 

Recebi um email do Prof.  Rena , aqui já peço licença ao autor , pois sei de antemão que seu prazer maior é transmitir conhecimentos e seu saber a todos , por isto é um Mestre.

 

Terei que assumir como verdadeiras minhas hipóteses, que não passam de boas indicações de pesquisas que não foram ainda realizadas. Vou basear-me em informações básicas de fisiologia de outras plantas subtropicais. Mas valeu esperar. Agora começo a ver o desastre com as fotos que você me enviou. Mas há que se por ênfase no seguinte: cada caso é um caso. Eu já disse isso! Não dá ainda para se ter um quadro global.
 
 Exemplo: dia 11/02 choveu 15 mm na minha propriedade, totalizando 45 mm em 2014. Como estão as plantas no geral? Excelentes! Quiça vai prejudicar um pouco o tamanho dos grãos. Nalgumas áreas soalheiras ocorreu alguma escaldadura, que não tem nada a ver com a falta de água e sim com a radiação eletromagnética, que resulta, além da foto-oxidação do sistema fotossintético, no aumento da temperatura e aí, sim, incremento da evapotranspiração. Ou seja, pode haver escaldadura sem a planta pelo menos se aproximar da murcha. Há certo embasamento físico/bioquímico/fisiológico por traz disso, que não cabe explicar aqui e agora.
 
Por que, então, em outras propriedades, mesmo tendo chovido mais de 100 mm, o desastre está consumado? As informações que você tem recebido e me enviado e postado na RSC mostram esta grande variação.
 
Razões:
 
1°) Tipo de solo -- isto faz toda diferença. Cada solo tem um valor para o tamanho da "caixa de água" disponível para a planta. De maneira bem simples, este valor da água útil encontra-se entre a "capacidade de campo" -- o máximo de água que o solo pode reter contra as forças gravitacionais -- "e o ponto de murcha permanente" -- o mínimo de água no solo que a planta tem poder para absorver. Assim, um solo arenoso tem uma caixa pequena e um solo argiloso, com alto teor de matéria orgânica, uma caixa muito maior. Portanto, ...
 
2°) Extensão e profundidade do sistema radicular. O solo perde água útil de cima para baixo, então ...
 
3°) Carga de frutos e relação folha/fruto. 
 
Os frutos não perdoam, chupam toda a energia da planta -- é o "importador" mais poderoso ou o "dreno"  mais poderoso de qualquer planta. E as raízes os mais fracos. Quando se vê a parte aérea sofrendo, o sistema radicular já foi pro brejo, e este é o calcanhar de Aquiles, mas que não vemos, nem nele pensamos e não sabemos como avaliar facilmente. E ele é o coração ou o cérebro da planta, não saberia dizer, mas o que ocorre em cima depende de como vai a base -- muitas coisas vegetativas e reprodutivas da parte aérea depende do bom funcionamento das raízes. E, para concluir, sua recuperação pode ser muito lenta ou inexistente.
 
Por outro lado, as folhas são as "bombas no topo do posso" que conferem às plantas retirar água do solo e jogá-la para a atmosfera. Mas é necessário bastante delas, e funcionais, se há muitos frutos. Aí está o paradoxo: mais folha, mais carboidrato, mais perda de água. Então tudo tem que estar em equilíbrio, principalmente se se está trabalhando no limite de carga de frutos, dentro do sistema "solo-planta-atmosfera." Hoje estamos completamente fora deste equilíbrio -- isto lembra a você de algum pais?
 
4°) Estado nutricional e sanitário das plantas. Uma coisa óbvia, mas um tiro no pé quando há desequilíbrio ambiental, como no momento.
 
Finalmente -- haja paciência do leitor! --  vamos às suas perguntas. Dar-lhe-ei  respostas hipotéticas, em tese, pois, mais uma vez, cada caso é um caso, e os dados exibidos por você na rede têm evidenciado isto.
 
Treze a 15, ou até mais, nós só em ramos plagiotrópicos primários de uma planta jovem bem nutrida e com baixa carga. Em ramos plagiotrópicos 2°, 3°, normalmente fica de 10 a 13 nós. Na minha lavoura, da qual posso falar com segurança, estou com média de oito, e se chover de agora em diante e a temperatura der uma trégua, poderá formar mais 1,5 a 2 nós até abril/maio. Plantas com carga mediana a alta podem não crescer mais pois os açúcares serão canalizados para os frutos. Agora, plantas como as de sequeiro que você mostrou não vão crescer mais, tanto vegetativamente quanto reprodutivamente, e  a seca de ponteiros será intensa -- até trienalidade. Como alguém já perguntou se devia podar, e o Altiere aconselhou adequadamente, eu não podaria. Esperaria pra ver, como geada e chuva de pedra.
 
Plantas que sofreram pouco não deverão ser afetadas na iniciação floral, mas se a carga for alta não terá energia para desenvolver os botões florais -- bienalidade acentuada. Em biologia, quando o ser é ameaçado, a tendência é reproduzir mais, entretanto não se sabe se a "prole" vai vingar. No caso do cafeeiro, tudo indica que a iniciação floral de agora se manifestará na florada de 2016. Floração do cafeeiro, um enigma! Quem disser com certeza, com certeza está chutando.
 

 

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Ivan Franco Caixeta comentou em: 14/02/2014 11:41

 

Coração Negro e frutos desidratados ou chochos

 

Avaliação da Incidência de coração negro e frutos desidratados e/ou chochos  

Alunos do curso 3º ano do Técnico em Agropecuária do IFSul de Minas - Campus Machado, acabam de concluir a avaliação em parte das lavouras do Campus.

Resultado: 8% de incidência de coração negro e 22% de incidência de uma ou duas lojas desidratadas e/ou chochas, na segunda teremos resultados de outras glebas. 

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Marco Antonio Jacob comentou em: 14/02/2014 12:22

 

Olam ,apenas na safra de 2014 , perdas de 6 a 10 milhões de sacas

 

OLAM reduz de 6 a 10 millhoes de sacas as estimativas para a safra 2014 devido a seca no Brasil

Olam Sees Coffee Prices Firming, but Neutral on Robusta -- Market Talk

DowJones

Agricultural commodities trading firm Olam sees a "firming" in the coffee market on demand-supply fundamentals, chief executive Sunny Verghese says at a briefing on the company's second-quarter results Friday. The firm is "friendly" on arabica due to adverse dry weather in Brazil, but neutral on robusta due to a bumper crop in Vietnam. Verghese says poor weather in Brazil is likely to cut supply to 50-51 million bags from 57-60 million bags this year.

Arabica coffee for delivery in March on ICE Futures U.S. ended 1% lower at $1.3970 a pound Thursday May-delivery lost 0.8% to settle at $1.4195 a pound. Liffe robusta coffee for March delivery ended 0.1% higher at $1,824 a ton Thursday. Arabica coffee ended last year 23% lower but has rebounded sharply this year.

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Marco Antonio Jacob comentou em: 16/02/2014 00:54

 

O buraco é mais embaixo , bem mais embaixo

 

Caros foristas , 

Peço que deixem de lado  a preguiça juntamente com  típico murismo e mudismo mineiro e comentassem com imparcialidade o estado das lavouras em suas regiões.

Pela minha conversas e andanças , me parece que meus numero de perdas de 15 milhões de sacas , 6 milhões nesta safra e 9 milhões na safra vindoura (2015) , estão muito conservadores .

Pelas informações que me reportam , o buraco é mais embaixo ,  mas bem mais embaixo.

 

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